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Segundo o representante da Federação das Indústrias do Estado de
São Paulo junto ao conselho, isso se deve ao fato de não haver
atualizações da planta genérica de valores desde 2002. A
informação foi confirmada pelo segundo depoente, representante
da Bolsa de Imóveis, empresa de avaliação, que também presta
consultoria à Prefeitura.
Para o presidente
da CPI, vereador Aurélio Miguel (PR), essas distorções
precisam ser corrigidas para que a cidade possa investir mais em
áreas prioritárias. “Temos observado com nosso trabalho que há
sete anos não se atualiza a planta, com isso cria-se uma
injustiça muito grande. Acho que deveria se cobrar mais para
determinados contribuintes e, para outros, menos. Temos de fazer
um trabalho no sentido de cobrar o que é real, pois o próprio
andamento da cidade de São Paulo acaba prejudicado.”
Integram a CPI do
IPTU os vereadores Donato (PT), Wadih Mutran (PP), Marta Costa (DEM),
Claudio Fonseca (PPS), Adilson Amadeu (PTB), Arselino Tatto
(PT), Abou Anni (PV), Souza Santos (PSDB) e Aurélio Miguel,
presidente. |