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“O palmeiras tinha um dívida de R$ 29 milhões que foi negociada.
Assumiram o pagamento de R$ 2, 2 milhões. Eles defendem que
clubes de futebol devem ter isenção pelos trabalhos sociais que
prestam aos paulistanos. Disseram que há possibilidades,
inclusive, de convênios com a Secretária de Esportes e de
Educação. Vamos perguntar aos secretários se há possibilidade de
acordo nesse sentido. Acredito que diversas crianças gostariam
de usar as dependências do Palmeiras para prática de esporte e
não só como visita monitorada”, comentou o vereador Claudio
Fonseca (PPS).
Fonseca não concorda com isenção de IPTU para os clubes. Na
opinião do vereador, os times alugam seus espaços, utilizam a
dependência para divulgação de grandes marcas e para realização
contratos com a televisão."É um custo muito alto renunciar uma
dívida desta natureza como compensação do uso de espaço social.
Tem de ter contrapartida para a cidade. Em minha opinião, os
clubes exploram o uso da área e não podem ficar simplesmente na
ação de programas de assistência social para poucas crianças.
Acho que devem ser tributado, pois não realizam só atividades
esportivas. Há patrocinadores, transações milionárias, fica
complicado ter isenção”, afirmou.
Pelo Corinthians, o advogado Denis Hespana disse que o clube
aderiu ao PPI em 2007 e que 29 parcelas do acordo já foram pagas
até o presente momento. Hespana não soube dar maiores detalhes a
respeito do parcelamento e da dívida do clube. “O representante
do Corinthians confessa existir dívida de IPTU com a Prefeitura,
disse que entraram no PPI. De acordo com ele, estão pagando as
parcelas, mas, na verdade, a dívida ultrapassa R$13 milhões”,
finalizou Fonseca.
Participaram do encontro os vereadores Abou Anni (PV), Adilson
Amadeu (PTB), Arselino Tatto (PT), Donato (PT), Claudio Fonseca,
Wadih Mutran (PP) e Aurélio Miguel (PR), presidente. |